O passe de peito no basquete








Uma excelente opção para se ensinar todos os tipos de passes - quer sejam os de curtas, os de médias ou os de longas distâncias - é organizar os aprendizes em duplas, cada uma com uma bola, distribuídos em duas fileiras, onde cada um fica de frente para o companheiro, devendo-se equivaler indivíduos de igual tamanho, força, nível de aprendizagem/maturidade, de gênero; visando-se a otimização dos resultados. Portanto, recomendação que deve ser seguida de modelo, para todas as sugestões de exercícios que virão a seguir!

Inicia-se pela "regra geral para o ensinamento de todos os passes": identificar se o aprendiz é destro ou sinistro, para que se estabeleça o seu pé de apoio.

Apos isto, o aprendiz deve estar com o seu pé de apoio sempre à frente, e o outro pé atrás, num afastamento anteroposterior dos membros inferiores.

Deve-se segurar a bola, sempre, com as duas mãos espalmadas nas suas laterais, mantendo-a na altura do peito e com os cotovelos fechados.

No momento do passe, o aprendiz deve projetar o tronco à frente, dando um passo, trocando sua base, sem retirar o seu pé de apoio do solo.

Simultaneamente, deve estender os cotovelos, girar as palmas das mãos para fora, deixando os polegares voltados para baixo; lançando-se a bola até a altura do peito do seu companheiro.

Observação: o peito do companheiro a receber qualquer tipo de passe deve ser sempre o - alvo - a ser atingido, por perfazer a região mais segura e eficaz para tal.

A Recepção: Após o passe ter se completado, o aprendiz deve permanecer na sua posição final do passe, ou seja: com o pé de apoio invertido e com os braços estendidos a frente do tronco, na altura do peito, com as palmas das mãos voltadas para fora e os polegares para baixo, na intenção de receber a bola e recuar com o mesmo pé de apoio para trás, até a posição inicial do início do fundamento, conforme ilustra a figura a seguir. Após receber a bola, deve reiniciar o movimento e passar a bola ao companheiro novamente, num movimento contínuo de ida e volta, ou seja, de passe e de recepção, que viabilizam a força necessária para se passar, bem como para amortecer a bola na recepção.


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