O erro no Voleibol






O voleibol é tido como um dos esportes de massa no Brasil, caracterizando-se como um fenômeno social esportivo e talvez um dos únicos que o erro do jogador se traduza em dois fatores: perda da posso de bola e ponto para o adversário.

Não podemos negar que o vôlei é um tipo de prática esportiva que combina diversos elementos a força, a rapidez e grande variação, por exemplo, no ataque além de uma forte marcação na rede. O rally é uma sequência de ações de jogadas desde o momento do toque do saque até a bola estar fora de jogo que gera situações que entram em um padrão "quase cíclico" de movimentos.  o sucesso de uma equipe sobre a outra é quebrar esse momento "quase cíclico" e, para desestabilizar o adversário, portanto, crê-se que a busca das ações imprevisíveis no vôlei é que torna uma equipe vencedora. Quem nunca teve a certeza que a variedade de jogadas traz pontos para a equipe que executa?

Conforme falei acima, diferentemente de outros esportes de quadra, no jogo de voleibol a contagem se dá em todo momento em que o rally é finalizado. Isso marca muito o "erro" no voleibol. Errar implica não só na perda de posse de bola, mas também, na contagem de um ponto em favor do adversário. Esse reforço ao "erro" provoca um clima forte de "frustrações", isso implica que deve ser dada ao aspecto psicológico do jogo uma relativa importância. Sobretudo quando se está iniciando alguma criança nesta modalidade esportiva.

Analisando o jogo pelo ponto de vista da ação individual do jogador percebe-se que, uma vez que esse jogador cometeu "erro" no seu ato motor, não há como esse "erro" ser "acertado" pelo executante. No vôlei, por exemplo, se o levantador colocar a mão de forma inadequada ao tocar a bola, ele poderá cometer dois toques ou uma condução de bola, determinando que a ação seja interrompida ali, naquele momento de seu "erro".

Além disso, a posição de "expectativa" demanda competências motoras e mentais, envolvendo a concentração e a capacidade de antecipação. O movimento de armação de ataque, ataque e defesa demandam uma prontidão muscular extrema e ações musculares curtas e rápidas em que frações de segundos são decisivas para o êxito de um lance. A não "apreensão" da bola no momento das ações do jogo determina uma posição do corpo do jogador no espaço de jogo precisa e equilibrada, pois só assim a sua abordagem à bola será efetivamente correta, não dando margem a erros no momento de contato.

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Para finalizar essa abordagem sobre o erro no Voleibol, o processo de treinamento psicológico busca como um todo o equilíbrio emocional revertido em ações motoras acertadas. O treinamento mental, também conhecido por treinamento autógeno, visualização ou imagética, pode ser usado a movimentos específicos ou situações dentro de um contexto de um esporte qualquer.

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Até a próxima.


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